A pesada – e mal arejada – herança

parque-escHá escolas da Parque Escolar – programa de renovação dos edifícios de escolas públicas lançado em 2007, durante o primeiro Governo de José Sócrates – que têm apenas janelas basculantes, que dificultam o arejamento conveniente das salas de aula.

“Em algumas escolas megalómanas, do tempo de José Sócrates, existem janelas que são basculantes. Só abrem um pouco e não na sua totalidade. E isso pode realmente acontecer nessas escolas. Por isso, poderá haver esse constrangimento. Mas também sei que esse constrangimento é fácil de ultrapassar, porque essas janelas poderão também ser janelas normais de total abertura. Mas claro que terá de haver um custo. É preciso promover o rearranjo dessas janelas”, explicou Filinto Lima. E o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascenção, acrescentou que, nestes casos, é necessário existir atenção redobrada.

Já muito se escreveu sobre os luxos faraónicos e o desvario despesista dos tempos áureos da Parque Escolar. Além do rasto de corrupção e dívida que ainda andamos a pagar, ficou também a factura da falta de eficiência energética dos edifícios, dos elevados custos de manutenção e utilização e, em tempos de pandemia, a ameaça à saúde pública que a falta de arejamento das salas de aula representa.

Modificar as caixilharias, de forma a permitir a abertura total e o arejamento adequado é a resposta óbvia, mas a operação exige tempo e tem custos que não cabem nos depauperados orçamentos escolares.

Restando ainda saber se não haverá algum arquitecto mais marreta que se oponha – e podem fazê-lo! – à desvirtuação do seu projecto…

Suicídio colectivo

Suicídio colectivo não é a realização da Festa do Avante segundo o New York Times, que nunca deu a notícia nestes termos, muito menos fez dela manchete de primeira página. Mas poderá muito bem ser esta grosseira demonstração de incompetência e falta de deontologia de uma equipa de jornalistas profissionais que atira para o ar, na abertura do principal noticiário, uma notícia falsa montada nas redes sociais.

nytimes

A credibilidade da informação da SIC, que já não era famosa, acabou de levar, dada pelos próprios, mais uma valente machadada. É o que sucede quando as agendas político-partidárias e os preconceitos ideológicos se sobrepõem ao dever principal do jornalista, que é o de informar com isenção, objectividade e rigor. E verificar as fontes, confirmar os factos, dar espaço ao contraditório. Precisarão que lhes ensinem o b-a-bá da profissão?

E é esta gente que quer dar lições aos professores sobre fake news e literacia para os media?…

Abandono escolar: uma estatística aldrabada

abandono-escolarO ME tem uma direcção-geral, criada no tempo de Nuno Crato, apenas para fazer estudos e compilar estatísticas de todo o tipo sobre Educação. Mas foi preciso um relatório do Tribunal de Contas para se confirmar o que alguns suspeitavam: os números do abandono escolar em Portugal são pouco rigorosos. E pecam, obviamente, por defeito.

Uma situação embaraçosa para os estatísticos de serviço e para os dirigentes políticos, o quase-ministro João Costa, a secretária amadora e o ministro que só lá anda para ir ver a bola. Seria caso para se envergonharem e tomarem medidas para colocarem os serviços a trabalhar de forma competente, em vez de apenas alinharem números simpáticos, ano após ano, para UE e OCDE ver. Mas como, por aqueles lados, o que predominam são as caras de pau, o mais certo é fazerem de conta que não se passa nada.

A notícia do DN é esclarecedora e dispensa grandes comentários. Apenas realço a forma preguiçosa como se quantifica, estuda e planifica a Educação em Portugal: os decisores conhecem mal o que se passa nas escolas e os técnicos que com eles trabalham mais directamente também não têm por hábito vir ao terreno e contactar com a realidade. Aposta-se na proliferação de plataformas informáticas para recolha de dados, uma tarefa que ocupa grande parte do tempo nas secretarias e direcções escolares. Valoriza-se mais a produção de séries estatísticas, mantendo, de ano para ano, as mesmas rotinas, do que a necessidade crucial de obter melhor informação, afinando e tornando mais consistentes os indicadores e os processos de recolha de dados.

Acima de tudo, evita-se ir à procura das facetas mais incómodas do abandono escolar, aquelas que desalinham as estatísticas do sucesso e obrigam a enfrentar os problemas.

No seu relatório, o TC dá, depois, conta de uma série de dificuldades que não permitem fazer uma contabilização exata do abandono escolar.

Antes de mais, porque “o controlo de matrículas e de frequência, na escolaridade obrigatória, apresenta deficiências e insuficiências, não prevenindo a identificação de todas as situações de Abandono”.

Além disso, o relatório sublinha que “o conceito de Abandono não está consolidado, permitindo diversas interpretações e comprometendo, desse modo, não só o reporte, mas também a fiabilidade e a comparabilidade da informação que circula sobre Abandono escolar”.

Acrescem ainda problemas em recolher e tratar uniformemente as informações, uma vez que “a recolha de dados sobre os alunos efetuada através dos sistemas de informação do Ministério da Educação não é global nem tempestiva, uma vez que não integra as regiões autónomas, onde o Abandono é muito significativo, e tem um desfasamento de meio ano nas escolas privadas”.

E, finalmente, “não existem, no sistema educativo nacional, indicadores para medir o Abandono. De facto, nem o indicador internacional, o do INE, que incide nos jovens dos 18 aos 24 anos e que resulta do Inquérito ao Emprego, nem a Taxa de Retenção e Desistência, calculada pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência e centrada no desempenho estático de um ano letivo, são adequados para medir o Abandono.”

Desta forma, conclui o relatório, não é possível conhecer “os reais números do Abandono em Portugal, frustrando quer a implementação eficiente das medidas preventivas e de recuperação dos alunos em Abandono ou em risco de Abandono, quer o direcionamento adequado do financiamento”.

Um certo amadorismo…

Portal das Matrículas continua a dar problemas: prazo para renovação é até 12 de Julho

Há dezenas de queixas de encarregados de educação que não conseguem aceder ao site.

O trocadilho é fácil, mas torna-se irresistível. Há um evidente amadorismo na forma como os serviços da administração educativa, tutelados pela SE Susana Amador, estão a lidar com o problema das matrículas e da sua renovação, este ano feitas exclusivamente através do Portal das Matrículas.

Há vários dias que o portal se encontra inacessível ou com acesso muito difícil e limitado aos encarregados de educação.  Trata-se, obviamente, de um problema de falta de capacidade do sistema, que se resolve contratando servidores mais potentes para alojar o site das matrículas.

Mas em vez de resolverem o problema, tornado inevitável ao colocarem toda a gente a aceder ao mesmo tempo, preferem negar a sua existência – nós é que somos uns nabos informáticos, que não sabemos ser pacientes nem usar devidamente o sistema – e, por via das dúvidas, alargar sucessivamente os prazos: já vai em 12 de Julho, e não sabemos se fica por aqui.

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Para poupar umas centenas de euros na migração de servidores, Susana Amador sujeita-se mesmo ao ridículo – e ao cúmulo do amadorismo! – de recorrer à sua página pessoal no Facebook para tentar justificar a incompetência dos decisores. E fazer recomendações aos pais que não conseguem aceder…

A moda do pisca-pisca

pisca-pisca.gifAntecipando cenários que estarão a ser criados para gerir o regresso às aulas em tempos ainda de pandemia, Rui Cardoso evoca a luz intermitente dos pirilampos para explicar o modelo de uma escola a funcionar em modo intermitente: presencial enquanto alunos e professores permanecem sãos, remota sempre que surgem casos positivos e turmas inteiras são mandadas para casa cumprir a quarentena.

Em vez de escola-pirilampo, eu diria antes que a moda do pisca-pisca, esse clássico da música pimba nacional, define melhor a política sem rumo que anda a ser seguida no combate ao covid-19, depois de já termos sido vistos como um caso modelar, em termos europeus, na contenção da pandemia. Uma desorientação que se reflecte, também, na Educação.

Este modelo é bastante simples. As escolas abrem o ano letivo de 14 a 17 de setembro normalmente, com todos os alunos, professores,  assistentes operacionais e técnicos. A DGS emitirá as medidas a respeitar dentro das escolas, circulação de pessoas, entradas e saídas, ajuntamentos no espaço exterior, uso obrigatório de máscara, higienização de mãos, turnos de almoço e por aí a fora… Mas nas salas de aula tudo funcionará como estamos habituados há tantos anos. O uso de máscaras e mais algumas medidas de pormenor terão de ser respeitadas, fora isso lá estaremos a dar o corpo às balas.

Até agora ainda não expliquei o nome “Pirilampo”, é o que vou fazer agora. Os “pirilampos têm uma luz intermitente e é assim que a escola vai funcionar, intermitentemente. Vamos à explicação prática. Numa escola, numa turma surge um caso positivo por COVID-19, essa turma é enviada para casa para cumprir o período de quarentena passando a Ensino Remoto de Emergência durante esse período. A restante comunidade escolar continua a frequentar, normalmente, a escola depois da mesma ser devidamente higienizada. No caso de surgirem vários casos de COVID-19, em várias turmas, a escola encerra para a devida higienização, os alunos e professores entram em “modo” de Ensino Remoto de Emergência pelo período de quarentena estipulado. neste segundo caso, os assistentes operacionais e técnicos entram em trabalho por turnos reduzidos podendo, nos casos possíveis, passar a teletrabalho. Quando o período de quarentena acabar, os elementos sãos da comunidade escolar regressam à escola, enquanto os que terão de permanecer confinados continuam em ERE.

O desnorte é bem visível quando políticos que não sabem estar à altura dos cargos que ocupam sacodem a água do capote, procurando bodes expiatórios que possam eximir os verdadeiros responsáveis a assumir as suas responsabilidades. Mesmo para quem é assumidamente leigo na matéria, há coisas óbvias que já deveriam estar feitas – reforçar transportes, fiscalizar condições de trabalho, testar grupos de risco, isolar eficazmente os infectados – mas que se continuam inexplicavelmente a adiar.

Se nada de substancial alterar nas actuais políticas e no laxismo que se está a instalar no combate à pandemia, a reabertura das escolas, já em Setembro, terá tudo para correr mal.

As incertezas para 2020/21

interrogacaoAinda não existe uma data oficial para iniciar o ano letivo 2020/2021, mas o Ministério da Educação pretende que seja em setembro e que nessa altura o regime seja presencial para todos os alunos. Os especialistas em educação são favoráveis ao retorno à escola, desde que os alunos sejam organizados em grupos pequenos, e pedem autonomia e meios para recuperar aqueles que ficaram para trás no ensino à distância, dá conta o Jornal de Notícias, este sábado, 20 de junho.

O mesmo jornal refere que, ainda assim, que as férias dos professores poderá complicar o calendário escolar, a ser definido pelo Ministério da Educação. Já a medida corroborada pelos especialistas é apoiada por encarregados de educação e diretores escolares, que receiam que o ensiono à distância possa ter prejudicado alguns alunos.

Indecisão até ao fim, tentativa de fazer omeletes sem ovos e, quando tudo falha, esperar que com “mais trabalho dos professores” todos os problemas decorrentes do regresso às aulas se resolvam. Eis a equipa ministerial no seu pior, seguindo pelo mau caminho que, infelizmente, já não nos surpreende. É que as evidências  são claras e difíceis de dissimular.

Primeiro, não faz sentido este prolongamento extemporâneo das aulas à distância, quando já praticamente toda a gente percebeu que o prolongamento desta solução de recurso tenderá a prazo, e passado já o efeito da novidade, a criar problemas mais graves do que aqueles que tenta resolver. Em conjunto com a decisão desastrada de manter a pesada estrutura dos exames nacionais, adiando as provas para Julho e Setembro, as alterações no calendário escolar irão comprometer as férias a que os professores têm direito e condicionar o lançamento do próximo ano lectivo – que já devia estar a ser preparado, em vez de continuarmos, por mais uma semana, a brincar ao ensino remoto.

Segundo, não é vergonha nenhuma que os governantes se sintam desorientados perante a magnitude e as possíveis consequências do que decidirem. E, na dúvida, vão protelando a tomada de decisões. Mas é vergonhoso que não falem com os profissionais no terreno, não ouçam os pais, não busquem consensos com os partidos políticos e parceiros sociais. Ainda que a responsabilidade de decidir caiba inteiramente ao Governo, decisões ponderadas e informadas implicam saber ouvir os intervenientes e os interessados nas medidas que irão ser tomadas.

Terceiro, ainda que a Educação seja um sector há muitos anos vítima de desinvestimento, deveria ter havido, nas actuais circunstâncias, a capacidade de compreender que o regresso às aulas de todos os alunos, num contexto de pandemia, não pode ser feito sem a alocação de mais recursos. As regras de distanciamento impõem turmas mais pequenas. Para recuperar os alunos que o ensino não presencial deixou para trás serão necessários apoios em pequeno grupo ou individualizados. Tudo isto implica a contratação de mais professores, mas sobre essa necessidade não existe sequer uma linha no orçamento suplementar aprovado esta semana.

Quando nada foi ainda feito para reforçar o sector em recursos materiais e humanos, quando a única medida concreta de que ouvimos falar é a compra de computadores para distribuir aos alunos, tem de se temer o pior: que o ME ceda à tentação irresponsável e facilitista de poupar dinheiro, continuando a apostar no ensino online para poder adiar investimentos e, sobrecarregando os actuais professores, evitar a contratação de mais docentes.

O homem das entregas

tbr-covid

Já me tinha soado aos ouvidos que o responsável máximo do ME tem primado pela ausência nas reuniões de trabalho com os directores. A preparação da reabertura das escolas tem estado a cargo dos secretários de Estado e de outros dirigentes ministeriais, pois o ministro anda, como sempre, desaparecido.

Afinal, descobri-o ontem à noite através da conta Twitter do ME. Anda no serviço de entregas, a acompanhar as equipas das Forças Armadas que dão formação e fornecem os equipamentos com que as escolas irão, a partir da próxima segunda-feira, enfrentar o ataque do coronavírus…

Numa situação excepcional…

raquel-varela…medidas excepcionais!

Raquel Varela critica a actuação tardia, hesitante e insuficiente do Governo perante aquela que poderá vir a tornar-se a maior crise de saúde pública dos últimos cem anos. E não foi por falta de aviso: a OMS nunca poupou nas palavras para alertar sobre os riscos desta pandemia global. Mesmo entre nós, não faltaram biólogos, matemáticos e epidemiologistas a avisar sobre o que aí vinha. Mas o poder político preferiu dar ouvidos ao discurso irresponsável e por vezes imbecil dos pataratas que o regime promoveu a especialistas e autoridades de saúde pública.

A historiadora e investigadora de temas sociais não hesita em qualificar como uma guerra esta luta que colectivamente devemos travar e vencer contra a propagação do coronavírus. E assim, como em qualquer guerra, há que centrar esforços no que é fundamental para travar o combate, proteger os combatentes e mobilizar todos os recursos essenciais para o esforço de guerra. Requisitando ou mesmo nacionalizando, quando os privados são incapazes de cumprir com a sua parte. Num país onde se respondeu com a requisição civil a uma greve de enfermeiros e mobilizou o exército para substituir camionistas em luta, é admissível hesitar perante a necessidade de requisitar os recursos dos hospitais privados perante uma emergência de saúde pública?…

Nos aeroportos, portos, Metro, Carris não havia até agora nenhuma protecção real para quem trabalhava, sem máscaras, luvas – o plano de contingência era “avise se tem febre”…; são milhões de trabalhadores a circular. Apontar o dedo à praia – que nem sabemos se faz mal ou bem, de facto – é não querer ver o problema. Querem a todo o custo manter produção que não é prioritária a funcionar, com risco para quem trabalha. Temos que parar toda a produção que não é essencial, porque estão nas OGMA a construir aviões? Na Auto Europa, na Visteon? Temos que manter a trabalhar só os sectores essenciais de abastecimento, e esses protegê-los ao máximo de contágios. Isto é uma guerra – em guerra deslocam-se sectores produtivos do que é menos importante para o que é essencial – essencial é logística, energia, saneamento, abastecimento. Temos que tentar produzir material médico em falta, ventiladores, ou exigir à União Europeia – que nada fez até agora a não ser pedir fronteiras abertas!! – que produza.

Mandar as pessoas para casa com 66% do salário é uma medida de um Governo que não tem a mínima noção da realidade laboral do país. Isso para os precários, mais de 30% da força de trabalho do país, significa 450 euros ou menos, não paga sequer a renda. Para quem ganha o salário mínimo, 25% de toda a força de trabalho, significa o mesmo. E os outros fixos só ganham 1000 ou 1500 euros porque a maioria trabalha por turnos e faz horas extra – mais de 50% dos portugueses trabalha até 70 horas por semana – se param não pagam as contas. Ou seja, esta medida tem que ser acompanhada pela suspensão do pagamento de hipoteca e rendas, no mínimo; congelamento e redução do preço de bens essenciais. Sob pena de as pessoas não terem como comer.

Os hospitais privados vão reunir-se com a Ministra dia 17…Nunca subestime a vergonha e a cobardia. Nos outros países, como Espanha, já avisaram que vai haver requisição civil. Se for necessária, e é, deve nacionalizar-se os hospitais privados e laboratórios ao serviço do combate à epidemia. Vejam o exemplo dos investigadores do mundo inteiro que estão a tentar produzir vacinas e medicamentos sem direitos de autor, partilhando o que descobrem! Gente decente.

 

Suspeitas de Covid-19 numa escola portuguesa

covide-19.jpgManter a calma, agir com ponderação e sensatez, confiar nas autoridades: tudo bons conselhos sobre a forma correcta de lidar com a crise do novo coronavírus. O problema é quando as autoridades responsáveis não demonstram estar à altura das suas responsabilidades.

Numa escola aqui para os meus lados apareceu um aluno com sintomas que poderiam indiciar uma infecção respiratória. Prudentemente, foi enviado para a sala de isolamento e contactada a Saúde 24. Depois de muitas tentativas, lá conseguiram que alguém atendesse do outro lado e pacientemente responderam a todas as questões. No final, a única indicação dada foi que mantivessem o isolamento e aguardassem novas instruções. Que nunca chegaram.

Ao final do dia, era preciso encerrar a escola e encaminhar o aluno para algum lado. Perante a falta de respostas da entidade competente, haveriam de ser os bombeiros a transportar o aluno ao hospital onde, depois de feitos os testes, se verificou não estar infectado.

Mas se fosse portador do vírus, seria o irmão, vindo recentemente de um país onde há casos reportados, o provável transmissor. E esse esteve o dia todo na escola sem qualquer restrição de movimentos, tal como os colegas de turma de ambos os irmãos.

A história é real, é do meu conhecimento pessoal e só não identifico a escola porque não requeri o consentimento dos envolvidos. Mas casos semelhantes estarão a ocorrer um pouco por todo o país e demonstram falta de capacidade de decisão e de resposta em tempo útil às situações que vão surgindo.

Com o agravamento da crise, o repto aos responsáveis torna-se cada vez mais premente: organizem-se!…

Lavar as mãos

…literalmente, que é o que os responsáveis do ME sabem fazer melhor.

Muito oportuno e sempre bem apanhado, o cartoon do dia no Facetoons!

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