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A escola no cinema: O Substituto

O-substituto.jpgO Substituto

Título original: Detachment, 98m, EUA, 2011.

Retomando uma série de posts dedicada aos olhares cinematográficos sobre a escola e a profissão docente, o destaque vai hoje para um filme relativamente recente cujo protagonista é um professor substituto. Henry Barthes é um docente do secundário com um dom especial para compreender e comunicar com os alunos, sobretudo os que têm maiores problemas escolares e familiares. E que, como estratégia de fuga a um envolvimento excessivo com os seus alunos, tem optado por fazer substituições temporárias de colegas, em vez de assumir um lugar permanente numa escola.

Contudo, quando chega a uma escola pública especialmente problemática, onde encontra colegas desmotivados e extenuados tentando educar adolescentes a quem a escola pouco ou nada diz e cuja atitude oscila entre a apatia e a indisciplina, Henry tenta adaptar-se à nova realidade, procurando conhecer e compreender os seus alunos, para conseguir chegar até eles. Mas não conseguirá deixar de se envolver nos problemas e no quotidiano difícil que alguns deles enfrentam.

O filme é bastante intenso  e reflexivo, mostrando-nos, com um rigor quase documental, não só a agitação e o conflito quase permanente que marca o dia-a-dia da escola, mas também os dramas humanos, as perplexidades e as contradições que perpassam pelo espírito das principais personagens. E faz-nos pensar, o que diz muito da qualidade daquele que podemos considerar um melhores filmes dos últimos anos sobre escola, juventude e educação.

Aretha Franklin (1942-2018)

O pulsar de uma metrópole

A animação representa graficamente a densidade da presença humana em Manhattan, Nova Iorque, ao longo dos dias da semana.

O comprimento das barras verticais indica a concentração de pessoas no espaço correspondente.

Manhattan-hora-a-hora.gif

O afluxo matinal de trabalhadores, turistas, clientes ou simples transeuntes e o regresso destas pessoas, à tarde, aos seus locais de residência, fazem com que o movimento do gráfico se assemelhe, de forma impressionante, ao pulsar de um coração.

Será que as grandes cidades têm vida?…

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