Colaborações: ComRegras

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Topo e Fundo: o melhor e o pior de 2016/17

Em jeito de balanço, passa-se hoje em revista o que de melhor e de pior sucedeu, na educação portuguesa, durante este ano lectivo.

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No Topo: Mais psicólogos nas escolas

Uma das carências mais sentidas actualmente nas escolas portuguesas é a falta de psicólogos, que com o alargamento da escolaridade obrigatória e a aposta numa escola mais inclusiva e na intervenção precoce, passaram a ser cada vez mais solicitados para uma grande variedade de tarefas. E, na maioria das escolas, a não serem suficientes para a quantidade, a gravidade e a morosidade das situações em que são chamados a actuar…

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No Fundo: As exclusões no concurso de professores

Quando já aguardavam, a todo o momento, que saíssem as listas de colocação nos quadros de escolas e agrupamentos, os professores foram surpreendidos com a notícia de que haveria candidatos a serem excluídos devido a irregularidades na candidatura. Na maior parte dos casos, devido a contagens incorrectas do tempo de serviço…

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No Topo: Descoberta a autora da fuga de informação do exame de Português

Segundo o Expresso, as autoridades identificaram já a responsável pela divulgação antecipada de conteúdos da prova de exame de Português do 12º ano: uma professora de Português de uma escola pública da Grande Lisboa. Fez parte da equipa que elaborou as provas de exame, sendo ao mesmo tempo explicadora de um grupo de alunos do ensino secundário…

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No Fundo: Flexibilidade curricular

Duvido que o despacho que implementa a flexibilidade curricular, como experiência pedagógica, em cerca de 160 escolas e agrupamentos de todo o país, agrade à grande maioria dos professores. Que estão fartos de verem o respeito pelos seus direitos e a satisfação das suas justas aspirações eternamente adiados, ao mesmo tempo que se lhes oferece agora, como presente envenenado, uma “autonomia” que ninguém pediu…

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No Topo: Novas regras no 1º ciclo

Já vinha sendo anunciado há algum tempo, mas só esta semana saiu a clarificação, preto no branco: os intervalos entre as aulas, no 1º ciclo, contam como componente lectiva no horário dos professores. Foi finalmente corrigido um abuso que, não só discriminava os professores deste nível de ensino relativamente aos restantes colegas, como contrariava o disposto no Código do Trabalho…

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No Fundo: Fuga de informação no exame de Português

A notícia é da semana passada: uma aluna terá posto a circular, numa rede social, informação fidedigna sobre o conteúdo da prova de exames de Português do 12º ano que se realizou a 19 de Junho. Mas o assunto, a ser investigado pela IGEC e pela Procuradoria-Geral da República, teve esta semana novos desenvolvimentos. Primeiro soube-se que a autora da gravação seria aluna do Colégio dos Salesianos. Depois foi a garantia, dada pelo próprio ministro, de que o exame não seria anulado aos mais de 70 mil alunos que o realizaram. O que parece certo: não deve pagar o justo pelo pecador…

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No Topo: O calendário do pré-escolar

Terá passado quase despercebido nos restantes níveis de ensino, mas para quem trabalha na educação pré-escolar o calendário do ano lectivo 2071/18 concretiza uma velha aspiração do sector: a harmonização dos períodos lectivos com o 1º ciclo. Esta mudança implica o reconhecimento da importância do trabalho pedagógico no pré-escolar…

No Fundo: (de novo) A greve do dia 21

A greve, que ninguém queria verdadeiramente, foi marcada para tentar forçar o governo a um maior comprometimento com as reivindicações dos professores, em negociações que se eternizam sem resultados à vista. Contudo, estando marcados exames nacionais para esse dia, e sendo a sua realização considerada um serviço mínimo a assegurar em caso de greve, bastou ao ME invocar a norma aprovada pelo anterior governo para a esvaziar…

 

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No Topo: O fim do ano lectivo

Foi um ano longo e desgastante, com dois períodos lectivos enormes e um terceiro que, reduzido a menos de dois meses, obrigou em muitos casos a um stress adicional para que se conseguissem concluir todas as actividades planeadas. Os dias encalorados de Maio e Junho reduziram o rendimento das últimas aulas do ano, e fizeram ansiar ainda mais pela chegada das férias escolares. Mas o fim das aulas não significa férias para os professores…

No Fundo: A greve do dia 21

Foi precipitada a marcação desta greve que ninguém deseja, embora o impasse negocial com o ME acabasse por justificar a iniciativa da FNE e da Fenprof, as duas federações sindicais de professores. Contudo, para que esta greve tenha sucesso há dois problemas que, nesta altura do campeonato, serão difíceis, senão impossíveis, de ultrapassar…

 

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No Topo: Discute-se a Educação!

Falar-se de escola, alunos e professores, num país mais habituado a escalpelizar em infindáveis discussões os mais insignificantes “casos” futebolísticos, os crimes de faca e alguidar ou as tricas da pequena política, é sempre positivo. Ainda que seja para discutir uma anunciada greve em dia de exames e os prejuízos que ela poderá causar aos alunos. Ou mesmo os entraves legais à sua realização…

No Fundo: Municipalização a mais na Educação

Tirando as grandes linhas da organização curricular, a gestão do pessoal docente e a propriedade das escolas propriedade da Parque Escolar, tudo o resto, à excepção das competências estritamente pedagógicas, que continuam a pertencer aos órgãos de gestão das escolas, deverá passar para a tutela das autarquias. Há uma razão evidente para esta transferência: o acesso aos fundos comunitários destinados às escolas e que só se conseguem “sacar” através de projectos promovidos pelas câmaras e as comunidades intermunicipais…