BBD Vida Selvagem – parte II

Segunda parte da BBD Vida Selvagem (primeira parte aqui), um retrato bem humorado dos professores, essa espécie muito peculiar que se foi adaptando à vida na escola. Um habitat que, ainda assim, se revela muitas vezes inóspito aos mais desafortunados docentes. Créditos ao nosso colega e artista Luís Cardoso.

BBD Vida Selvagem – parte I

Esta divertida série de cartoons, do nosso colega Luís Cardoso, já tem alguns anos, mas só recentemente, e por mero acaso, a descobri.

Imaginando a escola como um habitat natural, neste caso a savana, eis alguns dos seus mais notórios habitantes…

Continua aqui.

Movimento perpétuo

Dizem que os professores portugueses têm demasiadas férias, há que dar-lhes que fazer…

Imagem daqui.

Por onde o vírus ataca

Não sendo completamente eficazes na prevenção do contágio e da doença leve, as vacinas contra a covid-19, conjugadas com o uso da máscara em espaços confinados e o evitar de grandes ajuntamentos, são até agora a arma mais eficiente e segura de que dispomos para vencer a pandemia.

Claro que a imunidade de grupo é posta em causa sempre que um número significativo de pessoas não só recusa vacinar-se como alimenta campanhas anti-vacinação. Em Portugal, onde os grandes progressos ao nível da saúde pública são mais recentes do que na maioria dos países ocidentais, a resistência às vacinas tem sido residual. Mas os pós-modernismos relativistas, as verdades alternativas e a desinformação em geral vão fazendo o seu caminho.

Na base de tudo estão, é claro, a ignorância e o preconceito. Por isso mesmo é oportuna a linguagem gráfica do cartoon ontem publicado pelo The Economist. Porque há quem não chegue lá de outra maneira…

A saga dos concursos

E embora haja ainda margem para descomplicar, nada disto se compara aos tempos heróicos do concurso em papel, preenchido manualmente e sem rasuras em impresso próprio, modelo exclusivo da Imprensa Nacional – Casa da Moeda…

Imagens daqui.

Liberdade de escolha

De uma forma ou de outra, escolhemos sempre, e acabamos, no final, a arcar com as consequências das nossas escolhas.

O importante é, em cada momento em que podemos escolher, sermos capaz de fazer a escolha que verdadeiramente interessa.

Enchendo chouriços…

Triste ideia esta de, a um ano lectivo já artificialmente alongado, no que ao 1.º e 2.º ciclos diz respeito, acrescentar ainda mais duas semanas para compensar a interrupção forçada e desnecessária do mês de Janeiro.

Só mesmo nas mentes delirantes que povoam os gabinetes ministeriais se poderá conceber que, em pleno Julho, ainda existem condições físicas e anímicas, nas escolas portuguesas, para trabalhar afincadamente na recuperação das “aprendizagens perdidas”…

O boneco é uma criação da sempre inspirada Txitxa!…

Assuntos secundários

Daqui.

O raio do concurso!…

Não se vislumbram razões lógicas que expliquem a demora na divulgação dos resultados do concurso. As vagas são as que foram publicadas no aviso de abertura, saíram em Abril as listas provisórias e o prazo de reclamações terminou a 28 desse mês. O processo de atribuição dos lugares seguindo a lista ordenada é inteiramente automático, seguindo procedimentos que já se encontram consolidados há mais de uma década.

Precisarão os serviços do ME de algumas formaçõezitas para a transição digital?…

(Re)avaliações finais

Daqui.