Actividades de sala de aula

São os clássicos de sempre, associados a uma ou outra moda recente, ou é já a preparação dos nossos alunos para as profissões do futuro, as tais que ainda não foram inventadas?

No post original, na página do Facebook Txitxa’slife, os comentários enumeravam alguns bonecos ausentes mas bem conhecidos nas salas de aula: o/a que rodopia a garrafa da água, o/a que desinfecta toda a mesa, a caneta, o lápis o estojo e até o caderno com doses generosas de “alcongel”, o/a que se enfia debaixo da mesa à procura da borracha…

Livro, modo de usar

E nunca fica sem bateria…

Boas leituras!

Forma(ta)ção ou caça ao crédito

Imagem daqui.

Na linguagem breve e incisiva de um cartoon, eis a essência de uma boa parte da autodesignada formação de professores. Acções inúteis sobre temas irrelevantes, tempo perdido, metodologias ultrapassadas, muita teoria sem qualquer viabilidade de aplicação na prática docente. O regime de formação contínua vigente é por natureza demasiado formatado e burocrático, mas também não se nota, da parte dos centros de formação e de quem tutela o sector, que haja imaginação ou vontade de melhorar ou fazer diferente.

Reconheça-se a realidade e admita-se, sem tibiezas, que o rei vai nu: uma grande maioria das acções de formação apenas têm clientela porque dão os almejados créditos para progressão na carreira. Pensadas em função da agenda governativa e das modas do momento, em vez de darem resposta às necessidades sentidas pelos docentes na sua prática pedagógica e no desenvolvimento da carreira profissional, as acções fazem-se quase sempre sem entusiasmo e com um sentimento de penosa obrigação. E de tempo ingloriamente perdido…

Ainda o 25 de Abril

A evocação bem humorada de Paulo Serra, neste que já é o segundo 25 de Abril celebrado em tempos de pandemia.

Covid-19 vai à escola

Decretar o desconfinamento total nas escolas, mesmo nos concelhos com forte incidência da pandemia, é uma jogada arriscada que, já deveríamos saber do passado recente, tem tudo para correr mal.

Recomendar-se-ia maior prudência, quando o objectivo último deveria ser suster os ganhos que se conseguiram na luta contra o coronavírus, evitando o recrudescer de novos casos e novos confinamentos.

Pois já sabemos que os bicharocos não se comovem com boas intenções de governantes nem perdoam quando baixamos a guarda. Ei-los, no boneco de Paulo Serra, preparando-se para, também eles, voltar à escola…

Socratismo à portuguesa

© Facetoons

Derivado de covid…

O bom humor da Txitxa, no recomeço do terceiro período mais longo de sempre…

Desconfinamento

Cartoon de Antero Valério no Facetoons.

Mais real do que se imagina…

No Facebook e no Instagram, a Txitxa continua inspirada…

Desculpas…

Desculpas que a maioria dos professores já terão ouvido dos seus alunos em E@D, tendo ainda mais umas quantas para dar à troca…

© Txitxa’slife