O mascaradinho

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O humor de Paulo Serra, já a antecipar o regresso das aulas presenciais…

Perguntar ou não perguntar, eis a questão

Em ambiente quase estival, o humor da Txitxa recorda aquelas reuniões mais chatinhas e prolongadas, e o eterno dilema de quem tem algo não-muito-importante a dizer, mas também quer que a reunião termine depressa…

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Medidas extraordinárias

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Daqui.

E as tarefas de “encerramento do ano lectivo”?

Será que neste final de ano atribulado, haverá ainda lugar para os balanços, relatórios do que (não) se fez, inventários, observatórios e tarefas inventadas só para mostrar que há quem manda, que “ninguém está de férias” ou, simplesmente, para chatear?

Seremos capazes de, ao menos desta uma vez, descomplicar a burocracia escolar?…

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Imagem daqui.

Arejamento obrigatório

Antes de classificar, arejar…

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Mais um inspirado cartoon do nosso colega Paulo Serra.

Exames: cenas do próximo capítulo

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Mais um cartoon super-inspirado do Paulo Serra

Tecnologia vintage

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Cartoon de origem indeterminada, em circulação nas redes sociais.

Tudo controlado…

Com uma média diária de 300 a 400 novos casos confirmados, e depois de já termos sido uma referência, em termos europeus, na forma como conseguimos conter a pandemia na sua fase inicial, os números continuam a não baixar.

O vírus parece não se condoer dos idosos há demasiado tempo afastados das famílias, dos jovens que querem divertir-se, das famílias que têm saudades de ir à praia ou, os menos afortunados, passear para os centros comerciais. Nem mesmo a economia em risco, os turistas ausentes, o desemprego e o lay off demovem o coronavírus.

Muito menos o estado de negação e a conversa de chacha dos altos responsáveis…

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Imagem daqui.

 

A saída de Centeno

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Entrada de Leão, saída de Centeno: o trocadilho é irresistível e aqui fica, juntamente com o cartoon de Henrique Monteiro, a assinalar a substituição do ministro das Finanças que foi imagem de marca da governação de António Costa.

Subestimado pelos seus adversários à direita, Mário Centeno conseguiu a proeza ser, na história da nossa democracia, o ministro das Finanças com mais tempo consecutivo em funções. E sai pela porta grande, mantendo intacta a sua aura de prestígio e popularidade.

Nem tudo foram rosas na política financeira de Centeno. Foi visível a incapacidade de ir mais longe em matéria de investimento público e devolução de rendimentos, ao mesmo tempo que se continua a amparar com dinheiro público as fraudes e a gestão perdulária na banca e a sustentar ruinosas parcerias público-privadas.

Mas há que reconhecer que, com Centeno à frente das Finanças, o país ganhou credibilidade externa, enquanto internamente se enveredou por uma política cautelosa, mas bem sucedida, de recuperação económica. Sem afrontar Bruxelas e os credores externos, sem pôr em causa os consensos de regime, mas fazendo pontes à esquerda e à direita, seria difícil, para qualquer governo, ir muito mais longe do que Costa e Centeno conseguiram alcançar.

Acrescente-se que o sucesso da solução governativa protagonizada por esta dupla também se deve aos parceiros políticos da chamada geringonça. Foram em grande medida as negociações, cedências e compromissos que o PS teve de fazer com a maioria  que deu suporte parlamentar ao Governo que deram mais ambição e ousadia aos receios e ao excesso de prudência de Centeno.

Anita e o PC avariado

E quando os PCs dos professores começarem a “dar o berro”?

Vamos aproveitar o subsídio de férias para comprar material novo?

Ou estará na altura de o ME assumir, finalmente, as suas responsabilidades para com os seus trabalhadores?

Anita, a professora, parece ter encontrado uma resposta à altura…

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