Quadros Docentes – A Paixão da Criação

– Para amanhã fazem os exercícios 1, 2 e 4 desta página.
– E o 3?
– Não, o 3 não é para fazer.
– Só o 3 é que é para fazer?
– É o 3 de que página?
– E copiamos as perguntas dos quatro?
– Repito: só o 1, o 2 e o 4.
No dia seguinte:
– É que só fiz o 3…

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Leonid Pasternak, A Paixão da Criação (1899)

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Quadros Docentes – Cabeça de Medusa

– Estejam calados!!!…

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Michelangelo Merisi Caravaggio, Cabeça de Medusa (1596)

Quadros Docentes – As Sabinas

Vamos mudar as mesas de lugar sem fazer barulho…

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Jacques-Louis David, As Sabinas (1799)

Quadros Docentes – A Última Ceia

A ideia começou em Espanha, mas já encontrou seguidores em vários países, incluindo Portugal.

No Twitter, sob a hashtag #cuadrosdocentes, reproduzem-se obras clássicas com legendas evocativas do quotidiano docente.

Algumas das criações mais inspiradas irão passando por aqui, ao longo do Verão.

E a abrir, nada melhor do que a Última Ceia, obra-prima de Leonardo da Vinci (1498).

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Doze discípulos, doze!
Para que não digam que o número de alunos por professor não é importante…

Excelente anunciação!

Os cerca de 350 mil euros que custou a novíssima aquisição do Museu Nacional de Arte Antiga são mais do que estava previsto gastar, mas ainda assim julgo que a compra valeu bem a pena: a Anunciação de Álvaro Pires, pintor português que fez carreira na Itália pré-renascentista, vem enriquecer o escasso património artístico do século XV, uma época da qual, com a notável excepção dos Painéis de S. Vicente, praticamente nenhuma pintura chegou aos nossos dias.

Espera-se que novas descobertas e futuras aquisições venham ajudar a preencher esse “buraco negro” que ainda persiste no conhecimento e na divulgação dos pintores “primitivos” portugueses.

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Em breve uma pequena Anunciação do século XV, executada pelo primeiro pintor português com obra atribuída, vai fazer companhia aos célebres Painéis de São Vicente, de Nuno Gonçalves, no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa.

A pintura foi comprada nesta quinta-feira à noite pelo Estado português num leilão da Sotheby’s, em Nova Iorque, por 350 mil euros (o preço de martelo foi 350 mil dólares, aos quais é preciso acrescentar a comissão da leiloeira, que faz com que o valor suba para os 435 mil dólares), confirmou ao PÚBLICO o director do MNAA, António Filipe Pimentel.

Foi no início de Janeiro que o Museu Nacional de Arte Antiga pediu à Direcção-Geral do Património Cultural, entidade que o tutela, que fizesse tudo o que estava ao seu alcance para adquirir a pintura, explicando por que razões seria da máxima importância poder contar com ela na colecção de Arte Antiga. “Esta compra não é importante só porque é um Álvaro Pires, mas porque é um excelente Álvaro Pires. Refinado, apuradíssimo”, diz agora Pimentel.

A partir de agora haverá nos museus nacionais duas obras deste primitivo português que terá feito toda a sua carreira em Itália, depois de, muito provavelmente, ter recebido formação na cidade espanhola de Valência. A outra é A Virgem com o Menino entre S. Bartolomeu e Santo Antão, sob a Anunciação, hoje no acervo do Museu Frei Manuel do Cenáculo, em Évora. Foi comprada em 2001 a um privado por 64 mil contos (320 mil euros), graças à intervenção de dois mecenas – a Finagra de José Roquette e a Fundação BCP.

Natividades: Gaspar Van Den Hoecke – Adoração dos Magos

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Natividades: Ghirlandaio

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Domenico Ghirlandaio, Adoração dos Pastores, têmpera sobre madeira, 1485.