Regresso às aulas (com covid)

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O sentimento exprimiu-se esta semana em França através de uma greve de docentes, é visível em Espanha através de intervenções e cartoons como o que ilustra este post, está presente também noutros países: os responsáveis políticos mandam os alunos para as escolas num quadro de incerteza, insegurança, indecisões.

Ninguém quer novos confinamentos, cada vez mais custosos, económica e socialmente. Mas o vírus da covid-19 continua a espalhar-se e a atingir números recorde de novos infectados, apesar dos esforços individuais e colectivos para evitar a sua propagação. Terão as escolas as condições necessárias para funcionar em segurança, sem originar, dentro de poucas semanas, uma nova vaga da pandemia? Não estaremos a atirar, para cima de professores e dirigentes escolares, responsabilidades que deveriam ser os políticos a assumir?

6 thoughts on “Regresso às aulas (com covid)

  1. E se quase todos nós concordamos em que a classe política não passa de um conjunto de bandalhos oportunistas, uns mais e outros nem tanto mas também, porque continuam alegremente a votar neles? A ABSTENÇÃO é um protesto muito digno. Se os políticos são M3RD4, vais votar nela? O que diz isso de ti?

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  2. Sim realmente com esta variante e o número de vacinados é mesmo para confinar pessoas.

    Quando começam a ser realistas?

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    • Penso que ninguém deseja novos confinamentos.

      Daí a achar-se que a pandemia está superada, como já foi dito por gente com responsabilidades, e que podemos voltar à vida normal, vai um passo demasiado grande, que só com muita imprudência pode ser dado.

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      • conclusão com vacinas e com uma variante que é uma constipação e com mortes menores que a gripe este ano , para ti a vida normal so voltara por decreto ou em 2070!!!!

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        • Cara Elma, não sou especialista na matéria; não sei se a nova variante é como uma constipação, uma gripe ou outra coisa qualquer. Apenas acho que entre um confinamento perpétuo que obviamente não desejo, e o decretar apressado do fim da pandemia, há um meio termo feito de prudência e de estudo e observação atenta do que se está a passar.

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