Unidade na diversidade

Um lema possível para a União Europeia nos tempos que vivemos. Fica a mensagem de esperança do parlamentar esloveno Alojz Peterle, com nota musical e tudo…

4 thoughts on “Unidade na diversidade

  1. Desta vez o António passou-se completamente para o lado do inimigo. No fundo, estas eleições apenas servirão para legitimar e legalizar as políticas ferozmente neoliberais que a elites europeias consagraram nos tratados. Uma vez que o PE, único órgão democrático entre os burocratas da UE, possui poderes muito limitados e em nenhum caso poderá alterar minimamente a linha política que vem a ser seguida. Ou seja, ganhe quem ganhar, tudo permanecerá na mesma. E viva a democracia!!!!!!!!

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    • Pois… talvez me tenha deixado seduzir um pouco pelo encantador de… eurodeputados…

      A verdade é que a UE desperta em mim sentimentos contraditórios. Por um lado, considero-me europeísta, sinto-me um cidadão europeu, gosto da liberdade de movimentos entre os países da Europa e dos laços cada vez mais estreitos que sinto existirem entre os diferentes povos e culturas.

      Mas sou o primeiro a reconhecer o enorme défice democrático da eurocracia, o Parlamento Europeu parece-me um dispendioso órgão decorativo, com poderes quase simbólicos, e sinto os grandes valores europeus a baquear perante a afirmação dos egoísmos nacionalistas, a supremacia dos interesses económicos das multinacionais e do neoliberalismo promovido à categoria de pensamento único.

      Politicamente, desejaria uma outra Europa, feita de cidadãos, de democracia e de valores fraternos e solidários. Não me parece no entanto que o caminho seja dar cabo desta união imperfeita e limitada que temos, regressando às fronteiras, às moedas nacionais e às rivalidades internacionais. Apesar das dificuldades e da lentidão do processo e até dos ocasionais retrocessos, parece-me que uma nova Europa terá de ser construída a partir do que já temos…

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      • Compreendo perfeitamente o ponto de vista. Mas a verdade é que o projecto europeu ou o que resta dele, caminha na direcção oposta ao que foi aqui dito. A opção nunca pode ser isto ou regressar ao velho. ´Há muitas outras formas de cooperação internacional sem ser esta submissão aos interesses corporativos cuidadosamente armadilhados para fazer passar a ideia de que “não há alternativa”. Há sempre alternativas. Temos é de as construir. Varoufakis está a trabalhar nisso afincadamente.

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