Assim se vê a força dos professores?

Mais de cem mil professores, e respectivas famílias, podem ser um trunfo eleitoral expressivo. Que o diga José Sócrates, que perdeu a sua maioria absoluta em 2009 em grande parte devido à política persecutória e ao braço de ferro obstinado que manteve contra os professores.

Os sobreviventes do socratismo agora no poder sabem bem o que significou, na altura, “perder os professores”. Se algo aprenderam com o lurdes-rodriguismo, não ficarão por certo indiferentes ao destaque de hoje na capa do jornal i

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Quanto aos últimos desenvolvimentos do conflito que opõe os professores ao governo, centrado na recuperação do tempo de serviço congelado, a Fenprof agarrou na aparente abertura negocial do primeiro-ministro e, numa jogada que me parece inteligente e oportuna, lançou a contra-proposta que poderá desbloquear o processo negocial:

“O senhor primeiro-ministro disse ontem que os dois anos e nove meses é para o próximo ano? Ai se for isso, se for a primeira tranche no próximo ano, então está bem”, declarou Mário Nogueira, durante a audição parlamentar na Comissão de Educação e Ciência a pedido do PCP.

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