Colaborações: ComRegras

No Topo: O fim dos falsos consensos

Quem olhar para o histórico dos relatórios, actas, estudos e debates promovidos pelas instituições do regime destinadas a promover os consensos em torno das grandes linhas de política educativa, designadamente o Conselho Nacional da Educação e o Conselho das Escolas, percebe que há, em geral, uma quase unanimidade na aceitação das decisões de sucessivos governos, mesmo quando elas seguem em sentidos contraditórios. […] Mas, esta semana, o consenso quebrou-se…
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No Fundo: Desconsideração e desprezo pelos professores

O governo que parece contar com os professores para mudar de alto a baixo os “paradigmas” da educação portuguesa é o mesmo que persiste numa política de completo desprezo pelos problemas e reivindicações da classe. E isso mesmo foi visível, esta semana, na ida da equipa ministerial ao Parlamento: incapaz de admitir os erros e a sua própria responsabilidade, a secretária de Estado Alexandra Leitão teve o desplante de classificar as trapalhadas dos concursos como um “não problema”…

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2 thoughts on “Colaborações: ComRegras

  1. Ou você está equivocado António ou não percebo como podemos olhar para a mesma coisa e um ver branco e outro preto. É verdade, sou diretora de um agrupamento de escolas há 10 anos, não conheço nem sei onde encontrar os pareceres do conselho das escolas anteriores a 2014 mas se for ver os que aprovaram desde 2014, não me lembro de nenhum em que haja “unanimidade de aceitação das decisões dos sucessivos governos”, antes pelo contrário vejo pareceres muito críticos quer em relação a este governo quer em relação ao anterior. Não estará equivocado?

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    • Cara Maria Silva, eu referi-me a uma “quase unanimidade” e estava a pensar essencialmente nas questões de fundo. Isto não é necessariamente uma crítica, pois não compete propriamente aos directores tentar definir a política educativa. O que pretendi assinalar, na breve prosa que escrevi para o ComRegras, foi a forma algo inesperada, pelo menos para alguns, como se passou de um tom consensual e de crítica moderada, para a contestação aberta das decisões do governo.

      Repare que até estou de acordo, no essencial, com este parecer do CE. Mas noto a persistência de um equívoco que é uma espécie de pecado original deste órgão: supostamente representa as escolas, na prática defende os interesses e a visão do sistema educativo na perspectiva dos directores.

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