Divulgado o (projecto de) calendário escolar 2018/19

calendario_escolarContinuamos com um primeiro período longo, sem interrupção a meio, e um terceiro período mais pequeno do que os restantes. No final do ano, segue-se o figurino habitual: os anos de exame terminam mais cedo e o 1º ciclo alinha o seu término com o pré-escolar.

Segundo o projeto de despacho de Organização do Calendário Escolar, a que a agência Lusa teve acesso, no próximo ano letivo as aulas começam entre os dias 12 e 17 de setembro.

A data de início é igual para todos os alunos, desde as crianças do pré-escolar até aos adolescentes do ensino secundário, variando apenas a data do fim do ano que, em alguns casos, volta a acentuar uma grande diferença de duração entre os três períodos.

No próximo ano letivo, as datas serão semelhantes às deste ano: o 1.º período começa entre 12 e 17 de setembro e termina a 14 de dezembro; o 2.º período começa a 3 de janeiro e termina a 5 de abril e o 3.º período começa a 23 de abril.

O fim do ano letivo varia consoante os anos de escolaridade, com os alunos do 9.º, 11.º e 12.º anos a serem os primeiros a acabar as aulas: o calendário estabelece o dia 5 de junho.

Os alunos do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos terminam a 14 de junho e, finalmente, os mais novos – do pré-escolar e 1.º ciclo – terminam a 21 de junho.

O projeto de despacho define ainda as provas de aferição do próximo ano: os alunos do 5.º ano vão realizar provas de Matemática e Ciências Naturais e de História e Geografia, enquanto os do 8.º ano farão a Português e História e Geografia.

Já os alunos do 2.º irão realizar as mesmas provas que realizaram este ano: Expressões Artísticas, Expressões Físico-Motoras, Português e Estudo do Meio e Matemática.

O diploma define ainda as datas de exames nacionais, que irão começar dia 17 de junho de manhã, com a prova de Filosofia e terminar na tarde de 23 de julho com a 2.º fase das provas de Desenho A, Biologia e Geologia e Geografia A.

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5 thoughts on “Divulgado o (projecto de) calendário escolar 2018/19

  1. Estava a contar com provas de aferição de Inglês e de Educação Física no 5.º ano. São as únicas disciplinas que faltam e não me parece correto fazerem já uma “segunda ronda” de CN e HGP sem primeiro passar por todas as outras disciplinas. No 8.º ano também ainda não houve prova de Inglês.

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  2. Tanta flexibilidade, tanta transversalidade, tanto projecto , tanto holístico, tanta inclusividade, tanto modernismo e após/ pós modernismo e de escola do séc XXI e neste inenarrável e mais que ultrapassado calendário escolar é que não mexem.

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  3. Hoje estou particularmente a deitar fumaça……

    Apresentação de um novo manual para o 6º ano.

    Kits/coffrets de material e mais material e ainda mais material, ele são os cadernos disto e daquilo, ele é o mini dicionário, ele são os emojis para colar não sei onde, ele é o manual que remete para o visual e audio-visual, ele são os testes e as fichas, ele é o livro do professor e mais as grelhas e mais testes já preparados para alunos A B ou C, ele são as pens e os cds e mais gravuras e mais fotos e mais cards para isto e aquilo e tudo e tudo e tudo incluindo um dossiê com flexibilidades e transversalidades com as outras áreas disciplinares, incluindo o sistema digestivo….. tudo com muito cheiro a novo e papel impecável com cores lindíssimas.

    Descontrolei-me, e em 5 minutos, soltou-se-me a voz:
    Dizem os pedagogos que se deve começar pelo positivo:
    1- tudo com muito cheiro a novo e papel impecável com cores lindíssimas.

    Depois, o resto:
    1- pouco daquilo será usável;
    2- a profusão de materiais baralha em vez de ajudar;
    3- o custo aumenta;
    4- o professor parece uma máquina, sem qq criatividade, com tudo aquilo a fazer parte de um menu quiçá mais elaborado do que o menu real do casamento do Harry e da Meghan;
    5- é tudo escrito nos manuais e andamos nós a debater com os alunos a desejável reciclagem e reutilização de materiais. E depois nos anos seguintes aparecem-nos alunos com tudo já feito e a dizerem eu já fiz, enquanto os cadernos diários se limitam ao registo dos sumários e pouco mais;
    6- Sobre o ponto anterior, de referir que o papel é tão sublime e sedoso que é quase impossível apagar qq coisa e /ou escrever respostas com algum nexo.

    Para não alongar mais, diria que pondo um robot e/ou qq outra gadjet de AI, não se precisava de professores para nada, o que seria óptimo para o Somos Centeno.

    Eu até gosto muito do representante da editora, pessoa muito simpática.

    Mas vim para casa a pensar na sua frase depois de todo este discurso: “Mas a professora pode só usar o manual”.

    Tomei uma rennie e saí.

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    • …esqueci-me de tanta coisa mas não quero deixar de referir as grelhas, e mais as grelhas e grelhas para tudo e mais alguma coisa….

      Um grandessíssimo pagode, ai, pacote.

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