Ainda o concurso de delegados da DGEstE

chega-pra-la.gifA escolha dos três novos delegados regionais da Educação para o Centro, Algarve e Alentejo arrasta-se há mais de um ano e meio e parece não ter fim. O ministério prepara-se, agora, para anular o segundo concurso, que está a decorrer desde 2 de fevereiro deste ano. A razão é a falta de consenso na escolha dos novos dirigentes.

A saga interminável em que se converteu o processo de selecção dos delegados regionais da DGEstE começa a tornar-se, mais do que enjoativa, verdadeiramente ridícula. E a dar uma triste imagem de incompetência da administração educativa.

Que mais se pode dizer, quando se admite que os actuais delegados estão ilegalmente em funções, por já terem expirado todos os prazos legais para a sua substituição, e apesar disso, quem vai saindo, ou é demitido, por falta de entendimento com a secretária de Estado, são os próprios directores e subdirectores da DGEstE que os deveriam tutelar?

Tudo isto, claro, é culpa de uma contradição insanável: se querem no lugar comissários políticos, não deveriam abrir concursos onde prevalecem critérios de experiência e competência, que tendem a privilegiar quem já exerceu o cargo anteriormente.

Pelo contrário, se a ideia é promover à função os funcionários mais competentes dos serviços, então não deveriam abrir os concursos a qualquer paraquedista à procura de tacho, mas sim restringir as candidaturas ao pessoal dos quadros do ministério com as devidas qualificações e experiência profissional.

 

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