Amanhã, haverá aulas?

cantina.JPGÉ a questão premente que se coloca nas escolas cujo serviço de refeições se encontra concessionado a empresas externas, e que serão actualmente a grande maioria.

São mais de 50 mil trabalhadores que prestam um serviço público, em escolas e hospitais do Estado ou das autarquias, mas que não são considerados funcionários públicos. A maioria recebe o salário mínimo e são sujeitos a condições laborais gravosas e lesivas dos seus direitos, razão pela qual foi convocada, para amanhã, uma greve.

A greve dos trabalhadores prende-se com o boicote que existe neste momento por parte da Eurest”, a associação patronal das empresas concessionárias Gertal, Itau, Uniself, Ica, para melhorar as condições de vida destes trabalhadores, disse António Brandão, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares da Região Centro.

Estas empresas, que “estão na mesa de negociações, não querem melhorar as condições de vida dos trabalhadores, com salários” congelados há sete anos, sobretudo nalgumas categorias, como é o caso das cozinheiras, disse o sindicalista.

Não sendo possível abrir a cantina, o que os responsáveis escolares devem fazer é fechar a escola, que não deve funcionar sem que o serviço de refeições esteja assegurado. Mas já houve, em situações anteriores, casos em que se torneou a greve – e se desrespeitou a lei! – servindo sandes aos alunos ou mandando-os trazer comida de casa.

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