Greve às avaliações, disse ele?

mario-nogueira.JPGNão, quem aventou a possibilidade de uma greve às avaliações foi a jornalista do JN que, em entrevista a Mário Nogueira, inquiria sobre as possíveis consequências de o governo estar a empurrar as negociações do novo regime de concursos para o final do primeiro período.

Não me parece que os professores tenham vontade de fazer greves quando o governo mostra abertura negocial e num momento em que ainda nem se conhece a proposta inicial do ministério. O que está em causa, para já, é o calendário negocial, que não corresponde sequer ao compromisso inicial do ME, que era abrir as negociações ainda durante o mês de Outubro.

O líder da Fenprof considerou ainda que, no capítulo da Educação, o Orçamento de Estado não traz nada de novo relativamente às escolas e aos professores, não dando sinais claros de reversão da política de cortes orçamentais dos últimos cinco anos.

Portanto, de uma forma ou de outra, a luta dos professores continua. Pois apesar dos sinais de que vai, por vezes, escasseando a vontade, continuam a existir de facto muitas razões para lutar.

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