Na Europa, nada de novo

euro-rolo-compressor.jpgEscrevi isto há cerca de um ano atrás, no contexto da crise da dívida grega e da vergonhosa aliança que então se formou no Eurogrupo para, nas bonitas palavras de uma fonte governamental, fazer “amochar” a Grécia:

Um conjunto de governos, povos e cidadãos “amochados” perante a ditadura dos mercados e das instituições políticas e financeiras internacionais, rendidos às “evidências” do pensamento único e às inevitabilidades decorrentes da falta permanente de alternativas: eis ao que está reduzido, na segunda década do século XXI, o ambicioso e generoso projecto da União Europeia.

Um anos depois, pouco ou nada se aprendeu, menos ainda se tentou fazer, de novo ou diferente, para recentrar a construção europeia nas aspirações dos seus cidadãos em vez de nos interesses das multinacionais e do sector financeiro.

Estamos na mesma, e não me parece que, com a saída do Reino Unido, a situação melhore.

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