Dia de São Ranking

celebracao-vencedor-do-jogo-no-podio_318-57188[1]Cumpre-se uma vez mais um dos rituais laicos do regime, o da divulgação dos rankings das escolas portuguesas, feitos a partir dos resultados obtidos pelos seus alunos nos exames nacionais.

O Público, que há muitos anos faz disto a sua cruzada pessoal, o Expresso, levando sempre a sério a sua condição de reserva moral e jornalística do regime, o DN, que nestas matérias também  não gosta de ficar atrás. E os outros, que também irei visitar.

Os resultados têm várias leituras, a começar pela de saber para que se fazem e a quem servem estes rankings, que noutros países nem sequer existem ou não são tornados públicos, e a acabar na relevância e no impacto que isto realmente tem nas aprendizagens dos alunos, no planeamento estratégico da educação e no envolvimento dos vários agentes e interessados no desenvolvimento das políticas educativas.

Sem esquecer a indispensável reflexão em torno do que não se fala – ou não querem que falemos – enquanto se fala sobre rankings. É talvez por aí que convém começar.

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