Portugal continua em frente

A quem é que convém embaratecer os custos do trabalho, precarizar os vículos laborais e manter, através do desemprego elevado, esse exército de reserva de mão-de-obra dócil e expectante para satisfazer as solicitações patronais?…

Antigamente a burguesia da Foz e de outras zonas finas do país ainda tinha a decência de procurar uma “preceptora” para as crianças. E por vezes davam preferência a uma “miss” ou a uma “mademósele”, que assim as crianças sempre aprendiam “estrangeiro”.

Depois vieram tempos em que não havia “quem quisesse servir” e as criadas chegaram a vir dos Palops e de outros países, que estamos a falar de gente incapaz de limpar o que suja ou de cozinhar o que come, e sem criadagem é que não podiam ficar.

Foi preciso chegarmos à modernidade do século XXI para descobrirem a solução ideal, integrada e económica, o dois-em-um, o verdadeiro ovo de Colombo. E assim vemos para que é que querem a afinal a “geração mais qualificada” quando não a mandam emigrar.

portugal-a-frenteImagem retirada do Aventar.

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